Artista francês anônimo vira febre na internet ao compartilhar suas ilustrações eróticas

Há inúmeras maneiras de explorar as nossas mais íntimas fantasias sexuais. O artista francês anônimo e responsável pelo perfil Petites Luxures (Pequenas Luxúrias), nas redes sociais, busca fazer isso com ilustrações eróticas minimalistas.

Com traços bem simples, os desenhos são super sugestivos e normalmente estão acompanhados de frases, quase sempre em francês, mas com a legenda da foto traduzida para o inglês. Em entrevista ao magazine francês L’Obs, o misterioso artista contou de onde surge a inspiração para cada novo rabisco. Ele afirma não utilizar fotos de referência, “o desenho deve ir diretamente do meu cérebro para a folha”, não importando se isso significar que ocorrerão erros.

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No Petites Luxures, tudo é inspiração.
“Pode-se erotizar quase tudo na vida: um lugar, uma comida, uma cor, uma visita ao dentista, uma hora do dia, uma roupa…Pode-se ver o amor e o sexo em tudo!”

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Concordamos e adoramos!

É arte! Conheça a artista que utiliza frutas para simular a masturbação feminina

A gente sabe bem: a masturbação feminina ainda é tabu e, infelizmente, faz com que quase 60% das mulheres nunca tenham alcançado o clímax sozinhas. E o pior e mais alarmante dado: 10% sequer conseguiu gozar, em nenhuma circunstância.

Tentando mudar essa realidade, a artista Stephanie Sarley, de 28 anos, tem feito uma espécie de “carinho” nos mais variados tipos de frutas. Tudo isso para incentivar a mulherada a explorar o próprio corpo sem medo e sem vergonha. Exatamente como deve ser.

Desde junho de 2015, ela utiliza morango, damasco, laranja, limão, kiwi e mamão como se fossem vaginas sendo tocadas de formas bastante inspiradoras.

Como já era de se esperar, Stephanie foi alvo de muitas críticas e represálias. Seu perfil já foi banido do Instagram três vezes por conter “conteúdo sexualmente sugestivo” e mais de 10 postagens foram removidas de forma permanente. Uma pena, né? Mesmo assim, a artista não se abala. Em entrevista ao The Guardian, Sarley explicou um pouco sobre as intervenções inusitadas: “Meu trabalho é, basicamente, sobre personificar e empoderar vaginas através do humor e do absurdo, além de elevar a aceitação sobre a sexualidade feminina. É importante retratar que o orgasmo da mulher não é motivo de vergonha ou deva ser escondido”.


 
Nós adoramos e apoiamos!
Acompanhe o trabalho de Stephanie no Instagram: @stephanie_sarley

E não esqueça de seguir a gente também: @piaceresex

(Fonte: Hypeness, The Guardian, Viansata)

Erotismo puro: 3 perfis indispensáveis para seguir no Instagram

Em temos de selfies, fotos de comida e dos animais de estimação, nada melhor do que dar aquela variada na timeline com imagens, digamos, um pouco mais inspiradoras – e excitantes. Mas calma, não estamos falando de imagens e vídeos explícitos, mas sim de uma nova onda que vem se espalhando na rede social: a dos ilustradores de arte erótica.

Muito mais do que retratar o sexo de uma forma peculiar, esses artistas também nos incentivam a ver a sensualidade de outra maneira.

Confira a nossa seleção:

@NatalieJhane
Mulheres totalmente livres. Este é o mote da arte da ilustradora que adora brincar com o tênue limite entre a sedução e a inocência, valorizando majoritariamente a arte de seduzir através do olhar feminino – muitas vezes ilustradas a partir de lingeries, cintas-liga, saltos e muito mais.

@petitesluxures
Artes delicadas e minimalistas, desenhos incompletos que nos estimulam e bastante material para a nossa imaginação trabalhar – essa é a ideia do perfil. E o melhor: o efeito das imagens não seria o mesmo se esses rabiscos fossem completos ou gráficos, né?

@ApolloniaSaintclair_
Já famosa entre os que admiram a ilustração erótica, Apollonia verte para o lado das fantasias secretas, com um toque de magia. A artista ilustra inúmeras situações que oscilam entre o “parece a minha rotina” e surrealismo de um quadro de Salvador Dalí.

Para seguir a-g-o-r-a!

(Fonte: TPM- Trip para Mulheres, CatracaLivre)

Corpo de Ideias: conheça as artistas que levam o Instagram ao limite

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Leah Schrager /Instagram – Reprodução
Fora dos museus e das galerias de arte, mas a um clique do seu telefone, uma turma de novas artistas vem se beneficiando da visibilidade que a internet traz para disseminar seus trabalhos com forte vocação feminista. Elas podem assumir alter-egos, exibir seu corpo para abordar a sexualidade feminina e criar artimanhas e metáforas para driblar a censura. “A internet me deixar ir além do espaço dedicado à arte”, diz Leah Schrager. “As pessoas não têm medo de se expressar online. Em uma galeria física, as reações para seu trabalho têm filtro. Na internet, não. Essas respostas influenciam meu processo criativo”, conta Amy Louis. Conheça a seguir cinco destaques dessa nova geração.
Amy Louis Enigmática, a australiana já foi definida pela revista i-D como a Margot Tenenbaum (personagem do cineasta norte-americano Wes Anderson), do Instagram. Amy não faz questão de contextualizar as postagens de sua conta, em que constrói um universo escapista, sempre com cores suaves e muitas selfies. “Encontro inspiração ao mudar a maneira que vejo o que me cerca e transformar objetos cotidianos em material para meu trabalho”, diz. Ela, que acabou de se formar em artes visuais, cria esculturas com elementos como preservativos e frutas. “Meu trabalho fala de sexualidade e corpos abstratos. Ele é lúdico e ao mesmo tempo repulsivo.”

https://www.instagram.com/p/BEwxDvuLUns/embed/captioned/?cr=1&v=7

Leah Schrager 

“Meu trabalho é bastante controverso”, resume à ELLE a artista de Nova York, formada em artes pela Parsons. “Uso meu corpo para construir uma imagem sexy. E muita gente considera que isso não é arte.” Leah é a fotógrafa e protagonista de imagens com forte apelo sexual, que ganham interferências estratégicas, com as quais dribla a censura do Instagram. “Adotei a proibição na minha prática de arte”, conta. “Estou interessada no que é permitido à mulher fazer em diferentes espaços, em como ela é censurada e em descobrir um lugar com liberdade para todas nós.” Leah criou em 2015 um alter-ego, Ona, uma cantora, modelo e artista, com a qual planeja conquistar 10 milhões de seguidores até 2020.

https://www.instagram.com/p/BNPdEXHjQrk/embed/captioned/?cr=1&v=7

Audrey Wollen

Para a artista de Los Angeles, a infelicidade feminina deve ser reconhecida como um ato de resistência. Autora da “teoria da garota triste”, Audrey explica que o protesto político é geralmente definido sob a perspectiva masculina – algo externo e violento, como uma ocupação nas ruas. Mas há uma histórico de mulheres que usaram sua angústia como ferramentas de resistência, de Sylvia Plath a Lana Del Rey, passando por Marilyn Monroe. No entanto, isso foi categorizado como um ato passivo e excluído da história do ativismo. Visualmente, Audrey reforça sua tese com uma série de selfies melancólicas em sua conta no Instagram.

https://www.instagram.com/p/5tBn5JszXX/embed/captioned/?cr=1&v=7

Stephanie Sarley

A sexualidade feminina é o cerne do trabalho da artista de Oakland, nos EUA. “Minha arte é bastante simbólica e feminista”, define à ELLE Stephanie, que foi notícia do The Guardian à Playboy com a série de vídeos em que usa frutas para simbolizar o prazer feminino. No fim de 2015, ela postou um vídeo no Instagram em que tocava no interior de uma laranja, que acabava por expelir seu suco. “O vídeo viralizou e causou controvérsia. Mas a série ainda está em andamento e sempre evoluindo.” Stephanie chegou a ter imagens de sua conta deletada pelo Instagram. Para driblar a censura, criou duas séries de ilustrações com toques surrealistas em que a vagina é sua protagonista.

https://www.instagram.com/p/BONvVWxgkGj/embed/?cr=1&v=7

Amalia Ulman

Tudo começou em 2014, quando a argentina radicada em Los Angeles – apontada pelo crítico Hans-Ulrich Obrist como um dos grandes talentos de sua geração – postou em sua conta no Instagram: “Part 1”. Dali em diante, acompanhamos ela se recuperar de uma cirurgia plástica nos seios, entre brunches e poses de lingerie em quartos de hotel. Quase cinco meses e 195 fotos depois, descobrimos que se tratava de uma encenação, encerrada com um “the end” postado para mais de 90 mil seguidores. A série foi exibida este ano em uma coletiva da Tate Modern, ao lado de obras de artistas como Cindy Sherman, a quem ela é comparada.

https://www.instagram.com/p/qNDFxGlV6N/embed/captioned/?cr=1&v=7