Prazer nos mamilos: homem também sente

Diferente do que diz o meme, mamilos não são polêmicos. Pelo contrário, são consenso e certeza de prazer tanto para homens quanto mulheres. O importante, como sempre, é deixar o preconceito de lado e aproveitar o momento! 

 

É muito comum que homens não se sintam confortáveis com estímulos fora da região peniana. Com medo de colocar a “masculinidade” em cheque, deixam de aproveitar tudo o que o sexo pode oferecer. 

 

Em entrevista ao site Metrópoles, o sexólogo Mahmoud Baydoun disse que os “os mamilos têm terminações nervosas que os conectam ao cérebro, proporcionando muita excitação para ambos os sexos”. Explorar novas possibilidades podem ser excitantes por si só e descobrir que gosta de algo novo pode aproximar ainda mais os parceiros, já que estão fazendo isso juntos.

 

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Como homens e mulheres ficam excitados?

Imagine um homem caminhando pela rua, distraído, quando repara numa garota de calça branca bem justinha vindo na direção contrária. Ela passa, ele torce o pescoço. O cérebro interpreta esse estímulo visual como tesão e, em menos de cinco segundos, começa a bombear sangue para inflar o pênis. Pronto, ali está a ereção e a disposição para o sexo – ainda que o máximo que ele possa fazer com aquela protuberância seja disfarçar e seguir andando. Ele não precisou conversar, nem ser tocado fisicamente para ficar excitado.

Agora imagine essa mesma garota dobrando a esquina quando dá de cara com o tal homem. À primeira vista, ele faz o tipo dela: barba rala, camisa xadrez, braços torneados. Mas seu cérebro precisaria de muito mais para pensar “hum, que vontade de transar” e acionar o resto do corpo. Suponhamos que eles se conhecessem, ele a convidasse para um sorvete, tivesse um papo ótimo e lhe tascasse um beijo com aquela pegada. Então, depois de uns trinta segundos de estimulação tátil, ela perceberia a lubrificação de sua vagina (tão importante quanto a ereção no homem).

Esse exemplo funciona para explicar duas coisas fundamentais: 1. o órgão sexual mais importante está dentro da nossa cabeça, não entre as nossas pernas; 2. nosso organismo reage em fases que compõem o “ciclo de resposta sexual”. Quem investigou isso aí foi um médico chamado Williams Master e sua assistente Virginia Johnson, lá nos anos 1960. Os dois enchiam voluntários de fios e, acredite!, ficavam atrás de um vidro do laboratório assistindo-os se masturbando e fazendo sexo. Monitoraram mais de 14 mil orgasmos.
Ao longo das décadas, o estudo pioneiro foi sendo aprimorado por outros pesquisadores como Helen Kaplan. Sem blablabla científico, eis o que acontece com o nosso corpo em cada uma dessas quatro fases:

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