Sexo de segunda: 3 posições para garantir orgasmos já no início da semana!

Em pé, sentada ou deitada, de lado, com as pernas pra cima ou para baixo: não importa a posição ou o lugar, com essas dicas o orgasmo está mais do que garantido.

A ponte
Essa é para deixar o sexo em outro patamar. Peça para seu parceiro ficar com o corpo levantado, enquanto se apoia com as mãos e os pés no chão. Assim você vai se sentar delicadamente no seu colo, apoiando suas pernas e braços onde for confortável para ambos. Os movimentos podem ser feitos por vocês dois, mas tenham cuidado para não se machucarem.
Sexo de segunda:  3 posições para garantir orgasmos já no início da semana!

Senta, senta, senta, vai!
Aqui a ideia é você coordenar toda a transa, quase como se fosse uma pilota. Com seu parceiro sentado, apoie-se em cima dele enquanto ele envolve seus braços em torno de sua cintura. Agora, se quiser que ele tenha o controle, coloque seu corpo para trás e apoie suas mãos nos joelhos dele. Essa posição tem potencial para provocar orgasmos rápidos e intensos.
Sexo de segunda:  3 posições para garantir orgasmos já no início da semana!

Segunda de pernas pro ar: literalmente!
Está na pilha de algo mais ousado? Então essa é pra você! Nós recomendamos que vocês estejam, pelo menos, em uma cama, sofá ou tapete bem macio. Para quem gosta de penetração profunda, não tem erro. Basta apoiar sua cabeça e ombros na superfície e deixar as pernas para cima, enquanto o gato comanda o vaivém e te proporciona sensações inesquecíveis.
Sexo de segunda:  3 posições para garantir orgasmos já no início da semana!

Bora testar?

Fotos: reprodução

4 truques que vão apimentar a hora da transa

Que tal aproveitar o final de semana para dar aquele gás na sua vida sexual? Separamos algumas dicas que vão deixar a hora da transa ainda mais gostosa e sem-vergonha (aliás, deixe sempre a vergonha de lado!).
Confira:

1) A inversão de papéis é uma forma diferente e simples de sair da rotina. Se você tende a ser mais passivx, chegou a hora de comandar. Cavalgue ou deite sobre o/a parceirx e dite o ritmo da transa!

2) Aguçar os sentidos garante um novo e delicioso ritmo para o sexo. Peça para seu/sua parceirx utilizar boca e as mãos simultaneamente em partes não convencionais do seu corpo. Nessas horas, brinquedinhos sexuais também podem fazer a diferença (acesse nosso site clicando aqui!).

3) Pequenas mordidinhas e arranhões leves podem ser uma forma de levar o prazer às alturas. Com consentimento e moderação, use a boca para surpreender na cama!

4) Tapinhas durante a transa podem ser bastante excitantes – se o/a parceirx estiver de acordo, claro! Para quem dá e para quem recebe. Uma dica valiosa: mantenha o ritmo da penetração e lembre-se que é pra ser algo gostoso e não violento, hein?

Para colocar em prática já!

Pesquisa mostra que foliões estão dispostos a engatar namoro depois do carnaval

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Eles se conheceram no carnaval, trocaram olhares, um chamou a atenção do outro e o romance já dura mais de um ano. Mariana Incerti e Buno Cantarelli não ficaram naquele bloco, mas começaram a se conhecer melhor depois e se apaixonaram. Assim como eles, muitos casais se formam no carnaval e mostram que a folia não é só pegação.

Uma pesquisa do site de relacionamento Par Perfeito, feita com 633 foliões, questionou se eles levariam um relacionamento adiante com alguém que conheceu no carnaval. As mulheres de praticamente todas as idades, exceto as acima dos 50, foram unânimes em dizer que sim. Os homens de todas as faixas etárias concordam com elas.

— No carnaval, muita gente está ali com o mesmo objetivo, o que acaba sendo um palco de encontros e desencontros. Vai depender da sintonia, da química e da reciprocidade — diz a psicanalista Katya Muniz.

Para ajudar quem quer aproveitar os dias de folia para esbarrar e fisgar um grande amor, Mariana Frensel, do Match Group LatAm, detentora da ParPerfeito, dá uma dica.

— Usar sites e aplicativos de relacionamento tem vantagens, como você já ter analisado o perfil do pretendente e conversado. Marcar um encontro em um bloco é uma ótima chance, já que o clima de festa faz com que as pessoas estejam mais descontraídas — comenta.

Ela lembra que as fantasia bem-humoradas e criativas também podem ajudar a criar uma situação divertida, que evolua para uma paquera.

Confiança que começou no carnaval

Para Mariana Incerti, conhecer o namorado Bruno Cantarelli no carnaval foi uma vantagem. Agora, ela já sabe como o amado se comporta na folia e diz não se importar se ele quiser sair desacompanhado.

— Ele me chamou atenção em um bloco. Pensei: “gente boa, simpático, não é pegador”. Isso foi muito bom porque me fez ter mais confiança — acredita a publicitária.

Os pombinhos tiveram sorte e os olhares não ficaram só na folia. A psicóloga Katya Muniz diz que isso é um desafio.

— Depois do carnaval, a realidade é outra. Precisa ver se têm os mesmos interesses, valores. As relações vão se construindo nos encontros. Se é para acrescentar, tem grandes chances dar certo.

Fonte: Extra

Aproveite o carnaval para esquentar o clima no sexo

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Esquente o clima no carnaval! Nesta época do ano, é um bom momento para levar suas fantasias também para o quarto: não há nada melhor do que aproveitar os dias de folga e animação para apimentar a relação a dois. A coach de qualidade de vida Betty Dabkiewicz destaca que “o clima carnavalesco é propício para usar e abusar do jogo de sedução”.

Fantasias eróticas: use e abuse!

Entre quatro paredes, vista uma fantasia sensual e encarne o personagem. Não deixe que o par fique de fora da brincadeira: o casal tem que se jogar e aproveitar o prazer!

Experimente ser uma enfermeira no sábado, uma colegial no domingo, uma coelhinha na segunda e uma policial na terça. O seu parceiro pode se transformar em um belo Gogo boy ou um bombeiro sensual!

Festinha entre quatro paredes: seja criativa!

Que tal promover uma festa particular?  “Caia na folia com seu amor sem sair de casa”, indica Betty. Uma boa pedida é decorar o quarto como se fosse uma avenida.

Os dois têm que entrar na brincadeira! Finjam que são foliões de rua que acabaram de se conhecer. Entre uma dança e um flerte, o clima pode esquentar entre a dupla de “desconhecidos”. Onde será que essa história vai terminar?

como deixar o parceiro excitado

Cuidado com os excessos

“Se pretende fazer algo muito diferente, arrojado ou surpreendente, troque ideias com o seu amor antes de realizar a ação. Afinal, o momento tem que ser bom para os dois”, adverte Betty.

Além disso, não esqueça de tomar conta da saúde! Alimente-se bem e beba muita água para que seu desempenho na cama seja incrível.

Fonte: Alto Astral

Mais prazer: 5 posições sexuais para dar um upgrade no sexo em pé

Na barra

Sexo com itens de academia

Aquela barra de fortalecer os braços, quem diria, vai te dar muito prazer. Fique posicionada embaixo dela e o boy na sua frente. Pegue na barra e peça para o cara te ajudar a pegar sua perna para que haja o encaixe perfeito. Aí, os dois vão suar de prazer.

 

Montada

Posições para 7 dias de sexo
Vocês ficam de frente um para o outro – o boy pode encostar na parede para ter mais equilíbrio. Ele te pega, te segura pelo bumbum e você entrelaça as pernas em volta dele. Aí, é só curtir os movimentos de vaivém.

 

No box

Sexo no chuveiro COSMO
Entrem no chuveiro e deixe a água escorrer nos seus seios – isso só já vai dar um tesão. O gato te penetra por trás.

 

Com vibrador

sexo com vibrador
Fique com uma das mãos apoiada em um balcão ou mesa. A outra, você passa pelo pescoço do gato. Ele te penetra, enquanto posiciona o vibrador em seu clitóris.

Anal

Posições de sexo anal COSMO

 

Coloque uma cadeira encostada na parede, apoie um dos pés nela e a mão oposta apoiada na parede. O sexo anal vai ganhar outra cara com vocês em pé. Só não se esqueça da lubrificação antes de começar.

Fonte: Cosmopolitan

O homem que tem a receita para ser feliz

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El País/Reprodução

O psicólogo norte-americano Dan Gilbert conhece a receita da felicidade. E ela é infalível. O pesquisador da Universidade Harvard lembra o caso de Moreese Bickham, cidadão negro de Luisiana (EUA) que, em 1958, viu dois policiais ligados ao Ku Klux Klan chegarem à entrada de sua casa e atingi-lo com uma bala no estômago. Apesar do ferimento, Bickham, aos 42 anos, conseguiu pegar uma arma e se defender. Matou os dois agentes. Agiu em legítima defesa, mas acabou sendo condenado à morte pelas instituições racistas do sul dos EUA de cinquenta anos atrás. Passou mais de 37 anos na prisão, 14 deles no corredor da morte. Trancado 23 horas por dia em total isolamento. Até que, após pressões da sociedade civil, foi solto em 1996. Ao sair da prisão, comentou da seguinte forma o tempo que passara na cadeia: “Não lamento um único minuto sequer. Foi uma experiência gloriosa”.

Gilbert, nascido em 1957, sorri antes de contar um outro caso, o de Ronald Wayne. Em 1976, com dois amigos, chamados Steve Jobs e Steve Wozniak, ele criou uma empresa de fabricação de computadores, que ganhou o nome de Apple. Em seguida, temendo que o projeto acabasse fracassado, vendeu as suas ações, por 800 dólares. “Hoje, elas valeriam 62 bilhões de dólares”, afirma Gilbert. “Nunca me arrependi da minha decisão”, declarou Wayne, um engenheiro aposentado que vive feliz perto de Las Vegas.

O psicólogo de Harvard continua o seu relato, durante sua primeira palestra na Espanha, realizada no centro cultural CaixaForum a convite do instituto social “a Caixa”. Os ingressos se esgotaram 15 dias antes do evento. Gilbert é uma estrela da oratória. Suas apresentações na TED, disponíveis na internet, já foram vistas por mais de 20 milhões de pessoas. “Anthony Weiner era um político famoso, jovem, bonito e brilhante. Vivia o auge do sucesso. Muitas pessoas achavam que chegaria a ser presidente dos Estados Unidos. Mas ele tinha um mau hábito: fazer fotos de seu pênis e enviá-las a mulheres jovens que não eram sua esposa”, continua Gilbert.

“Não é a melhor das ideias se você pretende ser presidente dos EUA”, brinca. Ao ser pego, em 2011, Weiner caiu em desgraça, afundou a sua família no desespero e renunciou ao mandato de deputado. Sua carreira política estava arruinada. No entanto, um ano depois, em uma entrevista, Weiner confirmou que aqueles acontecimentos tinham feito com que ele mudasse, para melhor. Era um outro homem, uma pessoa melhor. “2011 foi o melhor ano de minha vida”, afirmou.

Gilbert tem a receita da felicidade quase na ponta de língua. Mas, antes, ele exibe uma última fotografia. Nelas aparecem, muito jovens, John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, juntamente com um quarto músico que não é Ringo Starr. Trata-se de Pete Best, o primeiro baterista dos Beatles. Ele deixou a banda em 1962, pouco antes de ela se tornar um fenômeno mundial. “Estou feliz com o meu estilo de vida”, disse Best, que continuou tocando bateria em Liverpool e hoje é um avô contente.

Os olhos do pesquisador norte-americano brilham, pois ele já reuniu os quatro ingredientes da felicidade: “Renuncie ao seu posto em meio a um escândalo, se possível humilhando a sua companheira; seja preso de forma injusta; venda a sua participação de 62 bilhões de dólares em uma empresa por um punhado de dólares; e nunca, jamais, se torne um dos Beatles”.

Parece uma receita estapafúrdia, mas ela funcionou para os quatro protagonistas dessas histórias. Na verdade, Gilbert não fala sobre como ser feliz, nem sobre por que as pessoas não são felizes, mas sim sobre por que as pessoas não sabem o que as fará felizes. “Os seres humanos subvalorizam sua própria resiliência: não percebem como será fácil mudar a sua visão do mundo caso aconteça algo ruim. Sempre supervalorizam o quanto serão infelizes diante de alguma adversidade”, observa o psicólogo durante uma conversa com jornalistas em Madri.

O cientista compara essa capacidade de adaptação com “um sistema imunológico psicológico, semelhante ao que defende o corpo dos vírus e doenças”. Essas defesas da mente, assim como as do corpo, são mais fortes em certas pessoas do que em outras. “Minha mulher nunca fica doente, e eu pego todos os resfriados possíveis. O mesmo acontece com o sistema imunológico psicológico. Há pessoas que são resilientes diante da pior tragédia. Outras se entristecem diante de coisas mínimas. O interessante, porém, é que a imensa maioria dos seres humanos são do primeiro tipo”, afirma. “75% das pessoas voltam a ser felizes dois anos depois do pior trauma que você possa imaginar”.

O psicólogo de Harvard sabe que se move em um terreno escorregadio: o da milionária indústria da felicidade, uma metralhadora de palestras, cursos de coaching e livros de autoajuda. Um universo repleto de charlatães e farsantes. “Não sei quais são as suas motivações, mas na indústria da felicidade há muita gente que está equivocada”, admite Gilbert, diplomaticamente.

Ele é diferente. Suas pesquisas são publicadas nas melhores revistas científicas. Uma de suas experiências consistiu em um aplicativo para celular que perguntava periodicamente a 5.000 pessoas de 83 países como elas estavam se sentindo, o que estavam fazendo e se estavam pensando em alguma coisa diferente daquela que estavam fazendo na hora. Os resultados, publicados na revista Science, mostraram que as pessoas pensam em coisas que não estão acontecendo quase tanto quanto nas coisas que estão diante de seus narizes. E os dados revelaram que essa “mente errante” as tornava, frequentemente, infelizes.

“A indústria da felicidade é uma boa ideia, mas tem de se embasar na ciência. É muito fácil passar receitas sobre a sua vida para as pessoas. Isso é feito há milhares de anos. Todo padre, todo rabino, todo orador motivacional, todo garçom, todo taxista, todos têm uma opinião a dar sobre a felicidade. Quais opiniões são certas, e quais não são? Só existe uma forma de saber: a ciência”, afirma.

O laboratório de Gibert mede os sentimentos de milhares de pessoas para tentar desmontar afirmações que são sempre das como incontestáveis. “O nosso cérebro nos transmite informações erradas sobre se seremos felizes ou infelizes em determinadas circunstâncias futuras. Se você se pergunta o quanto ficará feliz se ficar cego, a maior parte de nós dirá que será infeliz por muito tempo ou até mesmo pelo resto da vida. Mas, se medirmos a felicidade das pessoas que ficaram de fato cegas, veremos que elas são perfeitamente felizes. E observamos esse padrão em todas as circunstâncias”, diz.

 “A pessoa pensa: isso será terrível, ou isso será maravilhoso. Mas, depois, medimos a situação e vemos que não existe nada tão terrível nem tão maravilhoso. Ganhar na loteria nos tornará felizes para sempre e ficar cegos nos tornará infelizes? Nenhuma das duas coisas é certa”, resume. Gilbert, autor do best-seller O que nos faz felizes, também participou nesta semana de um curso na Universidade Complutense de Madri, organizado pelo matemático José Manuel Rey e pelo psicólogo Carmelo Vázquez. Ele fez a mesma palestra do que na CaixaForum, intitulada “Felicidade: o que a sua mãe não lhe disse”.A palestra parte do princípio de uma uma mãe sempre recomenda a seus filhos que se casem, que ganhem dinheiro com um bom emprego e que tenham filhos. Ao longo de sua apresentação, Gilbert derruba os pressupostos relacionados a esses três supostos ingredientes da felicidade. As pessoas casadas são, na média, mais felizes do que as solteiras, inclusive do que os casais não oficialmente casados. Mas o divórcio implica um adicional de alegria. Depois de uma ruptura, a felicidade dos homens dispara. E a das mulheres também, depois de alguns anos, segundo os seus dados.

“O dinheiro não compra a felicidade? Sim, ele compra. Não existe nenhum estudo que mostre que um euro a mais faça diminuir a felicidade”, diz Gilbert. Mas tem um porém. Quando se é pobre, um pouquinho a mais de dinheiro gera uma felicidade imensa. Já um milionário precisará de uma quantia enorme de dinheiro para ter a sua felicidade minimamente aumentada.

“Há um ponto de inflexão”, destaca Gilbert, “a partir do qual ganhar mais dinheiro não faz você mais feliz: 60.000 euros (cerca de 222.000 reais) por ano, segundo estudos realizados nos EUA. “Quase não há diferença entre ganhar 60.000 euros e ganhar 60.000 bilhões”, afirma. A explicação é muito simples, segundo ele demonstra com um outro gráfico. As quatro atividades cotidianas que trazem mais felicidade são gratuitas: fazer sexo, fazer exercícios, ouvir música e conversar. A campeã, de longe, é fazer sexo. E os estudos mostram que dar uma escapadinha até Paris deixa a pessoa mais feliz do que comprar um carro esportivo”. “Investir em experiências é melhor do que investir em coisas materiais”, avalia Gilbert.

Assim, o casamento e o dinheiro têm uma relação complexa com a felicidade. O que ocorre com os filhos, o terceiro conselho da nossa hipotética mãe tradicional? O psicólogo de Harvard vai direto ao ponto: “As crianças são como a heroína”. A droga do prazer, mas que destrói todas as demais fontes de felicidade de uma pessoa, como a família e os amigos. Com os filhos, argumenta Gilbert, ocorre o mesmo. Os pais param de fazer sexo, de sair com os amigos ou assistir a concertos. “Muitas mães me dizem que seus filhos são a sua maior fonte de felicidade, e eu lhes digo que elas têm razão. Se você só tem uma fonte de felicidade, é claro que ela é a maior”, alfineta o pesquisador.

O cientista expõe, por fim, a sua verdadeira receita para ser feliz, à luz dos dados científicos. “A felicidade é uma questão de química cerebral. A genética influencia, mas as circunstâncias também. Tentar ser mais feliz é como perder peso. Não existe nenhum segredo para se perder peso: comer menos e fazer mais exercício. Com a felicidade, é a mesma coisa. Há algumas poucas coisas que se pode fazer e que, se as fazemos todos os dias, religiosamente, a média de felicidade vai aumentando”, começa.

“Por exemplo, passar mais tempo com a família e com os amigos. É um conselho meio chato, mas é bom. Somos o animal mais social do planeta, qualquer que seja o critério. Por isso, não é de espantar que a maior parte da nossa felicidade provenha dos relacionamentos sociais. Cuide da sua saúde física, faça mais exercícios. É outro conselho meio chato, mas também é certo”, continua Gilbert, gesticulando de forma a destacar que sabe que não está inventando a pólvora. “Se me dissessem que eu perderia uma perna dizendo o que nos torna felizes na vida, eu apenas diria ‘as outras pessoas’, antes de cair no chão”.

Fonte: El País

Maior site pornô da internet lança serviço de educação sexual

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Maior site de pornografia do mundo, o Pornhub recebeu em 2016 nada mais nada menos do que 729 visitantes por segundo, com mais de 90 bilhões de views em seus vídeos. A última novidade da empresa, portanto, promete ser interessante – e atingir muita, mas muita gente: desde o dia 31 de janeiro deste ano, eles mantêm, além do ~conteúdo adulto~, também um braço específico para tratar de educação sexual.

Chamado de “Pornhub Sexual Wellness Center” (“Centro de Bem-Estar Sexual do Pornhub”, em tradução livre), o portal é liderado por uma psicóloga especializada na sexualidade humana, a Dra. Laurie Betito.

“Me uni ao Pornhub para criar um espaço onde informações sobre os aspectos físicos, psicológicos e até mais íntimos do sexo estarão disponíveis para todos”, explica ela no vídeo acima.

O site vai contar com atualizações mensais, uma seção de perguntas e respostas e também artigos educativos. Um deles fala, por exemplo, sobre o conceito de consentimento. “‘É muito importante que, caso você esteja com vontade de fazer sexo com uma pessoa, você obtenha uma resposta clara sobre o consentimento dela”, explica a psicóloga no texto. “Lembre-se de que sexo sem consentimento (e isso inclui tudo, desde beijos, passando pelo toque, até o ato sexual) é contra a lei, e é extremamente prejudicial à pessoa que está sendo tocada sem consentimento”.

Alguns sites norte-americanos estão observando, no entanto, o quão irônica é esta atitude. A pornografia, afinal de contas, é uma das principais responsáveis pela noção irreal que vem sendo propagada sobre como é uma vida sexual saudável. A inclusão da educação sexual nas escolas, no entanto, ainda é um assunto bastante polêmico e, por vezes, ineficiente em muitos países – fazendo do novo “centro” do Pornhub uma iniciativa relativamente promissora.

No Brasil, por exemplo, dados do IBGE mostram que, em 2015, cerca de 30% dos jovens tinham iniciado sua vida sexual antes do início do ensino médio – e, dentre eles, quase 40% não usou preservativo. Em entrevista à Radioagência Nacional, a socióloga Jaqueline Pitanguy atribui essas estatísticas à falta da educação sexual nas escolas do país.

A nova iniciativa do Pornhub pode, sim, não passar de um “protocolo” a ser cumprido – como que para eles se “redimirem” dos efeitos negativos do produto que vendem. Mesmo assim, apesar de ter, pelo menos por enquanto, um conteúdo bastante simples, o site pode ajudar a preencher uma lacuna problemática em nossa sociedade.

Vale lembrar, porém, que há outros sites abordando o assunto de forma mais completa. É o caso do OMGYes, por exemplo, e também do Confi.

Fonte: M de Mulher