Saiba como utilizar prendedores de mamilos e chegar ao êxtase

Sensibilidade, erotismo e muitas formas de tirar vantagem desta parte do corpo. Os mamilos são grandes aliados – tanto de homens quanto de mulheres! – no quesito prazer. Inclusive, há quem diga que seu estímulo ativa a mesma área do cérebro que a vagina. Poderoso, hein? Mas ao contrário do que se imagina, nem só de lambidas e beijos vive a região. Por isso, hoje trazemos algumas dicas de como acrescentar um brinquedinho bem especial às noites de luxúria: os prendedores de mamilos.

prendedores de mamilos

1) Adaptação é importante
Nem todo mundo fica confortável com o sextoy, por isso o ideal é testa-los na orelha para ver como você reage aos estímulos – e se está muito apertado, etc.

2) Precisam estar durinhos, sim!
Com os mamilos eretos a experiência é completamente diferenciada. O ideal é utilizar os prendedores bem rente à base do seio.

3) E vá tesão!
O brinquedinho aumenta consideravelmente o fluxo sanguíneo na região e, consequentemente, deixando tudo mais sensível. Assim que você tira o toy do mamilo, a sensação é de latejamento e muito prazer.

4) É ótimo, mas tem limite
O ideal é utiliza-los por, no máximo, 10 minutos. Fique atenta à mudanças de coloração e temperatura, qualquer um desses sinais significa que está na hora de removê-los.

prendedores de mamilos

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NSFW: o BDSM pelas lentes de um fotógrafo brasileiro

O universo BDSM ainda é permeado por mistérios. Embora o blockbuster “50 tons de cinza” e suas sequências tenham colocado o assunto nas mais diferentes rodas de conversa, a prática segue sendo vista com incompreensão e medo pela maioria das pessoas. Ou, pelo menos, muito distante da nossa realidade. Será mesmo?

Buscando compreender a relação entre dominação e submissão tão presente na realidade da prática, o fotógrafo Ale Ruaro foi atrás de quem vive o BDSM tanto entre 4 paredes quanto em todos os momentos da sua rotina. Durante alguns anos, Ruaro acompanhou e documentou em fotos a rotina de dois dominadores gays e seus tantos submissos. Para a surpresa de muitos, os encontros vão muito além do sexo.

A maioria dos praticantes de BDSM no Brasil ainda preferem se manter em segredo – tudo isso para evitar os curiosos ou até mesmo desavisados que não buscam entender a fundo a essência desta forma de se relacionar. Assim, o fotógrafo buscou captar com extrema sensibilidade a relação de respeito e confiança nutrida entre os dominadores e seus submissos.

Confira:

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Fotos: reprodução

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Shibari: conheça a arte japonesa da amarração erótica

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Reprodução/Lígia Menezes

Prepare-se para o jogo!

Vocês irão precisar de duas a quatro cordas de juta ou algodão, com cerca de 8 centímetros de comprimento. Se tiverem urgência, podem usar lenços, echarpes, ou qualquer outro pano macio. Também pode ser bem hot incrementar a brincadeira com outros estímulos, como tampar a visão, mudanças de temperatura com gelos e velas, carícias com texturas diferentes e, se os dois curtirem, só um tapinha não dói…

Com consentimento, vale tudo

Assim como em qualquer outra prática sexual, não importa quem amarra ou é amarrado (o casal pode, inclusive, revezar!), o que vale é o prazer. Além disso, essas ataduras especiais foram projetadas para ressaltar a beleza do corpo feminino, marcando os seios, a cintura, o quadril… o que deixa tudo ainda mais sexy. E, importante, quem define o limite da brincadeira é a pessoa que está imobilizada.

Reprodução/Forthelovefansub

As vantagens de ser amarrada

A sensação de estar à mercê do parceiro, ou da parceira, e ser surpreendido pelos desejos do outro (o que dispara no organismo nosso sistema de defesa, descarregando uma quantidade enorme de adrenalina, endorfina, dopamina e outros neurotransmissores que também são responsáveis pela excitação) é o grande tesão dos praticantes de bondage. A mesma lógica se aplica ao Shibari, com um plus: a corda é entrelaçada de modo a estimular diversos pontos do corpo ligados à energia sexual.

Reprodução/Redpoeme.tumblr

Confiança é fundamental

Assim como acontece com outras práticas de BDSM (sigla para Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo), não se pratica o Shibari com um parceiro em quem a gente não confia. A brincadeira só fica gostosa se tivermos a certeza absoluta de que todos os limites serão respeitados, e que o prazer dos dois é considerado igualmente importante.

Fonte: Cosmo en Espanhol

10 coisas que você precisa saber sobre BDSM

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1. BDSM é a sigla para bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo

E, por este motivo, cobre muito mais gostos, atividades e variações do que você pode imaginar.

 

2.  50 Tons de Cinza não é tudo

Se você está achando que será fisgada por um milionário que irá te tratar como uma bonequinha com o bônus — ou ônus — de enfrentar o quarto vermelho mais tarde, tente novamente. BDSM é raramente glamuroso, o sexo pode ser confuso e se você se envolver em um relacionamento, pode ficar ainda mais complicado.

 

3. Ser submissa não é ser fraca

Tem que ter muita coragem para abrir mão de todo o controle dentro do sexo. Muitas pessoas não conseguem imaginar como seria se oferecer, de corpo e alma, para o prazer de outro.

 

4. Nem todo mundo consegue ser dominador, mesmo que muitas pessoas se intitulem desta forma

Um bom dominador está sempre no controle e nunca deixa as coisas se descontrolarem. Eles podem comandar por meio de um olhar ou um sussurro — algo muito mais sexy do que os gritos que as pessoas imaginam fazer parte do BDSM.

 

5. Se você gosta de BDSM, não significa que suas características na cama também se aplicam ao seu dia a dia

Não é só porque você gosta de ser dominada no sexo, que sua atitude na vida também é submissa. E vice-versa.

 

6. BDSM não necessariamente envolve somente sexo

A ação pode ser puramente emocional como jogos, desafios de longas distâncias e uma interação mental muito forte faz parte do estilo para muitas pessoas.

 

7. É possível gostar tanto de ser submissa quanto de ser dominadora

Muitas pessoas gostam de ambos os lados do BDSM e são chamados de “switches”.

 

8. A palavra de segurança existe

Ter um código para determinar seus próprios limites é muito importante no BDSM. Então, antes de começarem, é preciso concordar em uma palavra de segurança — ou sinal — para que você imponha até onde consiga ir. Lembre-se: ser submissa não tira o seu poder no sexo.

 

9. BDSM pode envolver riscos reais

É importante sempre se manter informada de formas de como minimizar os riscos e maximizar o prazer na relação.

 

10. É bem diferente do que você imagina

Se feito da maneira certa e de acordo com aquilo que você quer, não é só muito divertido, como também pode te ajudar a expandir outras áreas da sua vida.

 

Fonte: COSMOPOLITAN EUA