Kama Sutra ganha nova versão – e traz mais do que posições sexuais

Certamente você já ouviu falar do Kama Sutra, a chamada bíblia do sexo aqui no oriente. O que poucos fazem ideia é que suas páginas trazem muito mais do que posições sexuais por vezes quase impossíveis.

Escrito há cerca de 2 mil anos, o material traz pautas como o sexo, o amor e a busca da felicidade na sociedade indiana da época. Entre seus conselhos, estão dicas para escolher um parceiro com quem possa viver de maneira virtuosa e como construir um lar feliz para ambos.

Agora, o livro ganha uma nova versão e feita pela primeira vez por uma mulher. Lançada pela Folio Society, a edição foi ilustrada por Victo Ngai. Nascida em Hong Kong, ela já é considerada um dos grandes nomes do design e emprestou seus traços a esta edição exclusiva da obra. Com desenhos mais delicados e subjetivos, Victo aborda o erotismo através de uma visão mais contemporânea e feminina.

Assista ao vídeo:

Veja imagens:

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Fotos: Reprodução/Hypeness

Artista francês anônimo vira febre na internet ao compartilhar suas ilustrações eróticas

Há inúmeras maneiras de explorar as nossas mais íntimas fantasias sexuais. O artista francês anônimo e responsável pelo perfil Petites Luxures (Pequenas Luxúrias), nas redes sociais, busca fazer isso com ilustrações eróticas minimalistas.

Com traços bem simples, os desenhos são super sugestivos e normalmente estão acompanhados de frases, quase sempre em francês, mas com a legenda da foto traduzida para o inglês. Em entrevista ao magazine francês L’Obs, o misterioso artista contou de onde surge a inspiração para cada novo rabisco. Ele afirma não utilizar fotos de referência, “o desenho deve ir diretamente do meu cérebro para a folha”, não importando se isso significar que ocorrerão erros.

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No Petites Luxures, tudo é inspiração.
“Pode-se erotizar quase tudo na vida: um lugar, uma comida, uma cor, uma visita ao dentista, uma hora do dia, uma roupa…Pode-se ver o amor e o sexo em tudo!”

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Concordamos e adoramos!

Les Coquins: um passeio pela arte erótica e bem-humorada de Marion Fayolle

Você já parou para pensar nas suas próprias fantasias sexuais? Pois a verdade é que elas são, muitas vezes, criadas a partir de muitos gatilhos: desejos eróticos e também de personagens e objetos inexistentes e até mesmo cheios de humor.

Foi a partir desta infinita fonte de criatividade que a artista francesa Marion Fayolle criou “Les Coquins”, uma série de ilustrações eróticas, mas com boas pitadas de humor. Seu trabalho, hilário e delicado, chega para deixar para trás os tabus relativos à intimidade de um casal. marion-fayolle-surreal-porn-picame-4marion-fayolle-surreal-porn-picame-5marion-fayolle-surreal-porn-picame-6

Seus desenhos beiram o estranho, mas ao mesmo tempo são intrigantes e cheios de mensagens subliminares, revelando aspectos curiosos e quase infantis de nossos anseios e desejos mais íntimos – como muitas vezes de fato nossas fantasias são. marion-fayolle-surreal-porn-picame-8

Os trabalhos de Marion Fayolle também brincam com uma espécie de surrealismo absurdo, dando luz a temas como amor, paixão e luxúria de forma bastante particular e até sombria.

Fonte: Mistura Urbana

(fotos: reprodução)

Moments: a série fotográfica que retrata a expressão facial de pessoas tendo um orgasmo

Cada vez mais temos provas de que sexo também pode ser transformado em arte – e em momentos capturados através das lentes de uma câmera fotográfica.

Batizado de “Moments”, o projeto da fotógrafa Alina Oswald visa registrar o momento exato em que os corpos saem de controle através do êxtase total proporcionado pelo gozo.

Moments: a série fotográfica de Alina Oswald que retrata a expressão facial de pessoas tendo um orgasmo  foto: reprodução
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A ideia do projeto surgiu há bastante tempo, mas ficou na “gaveta” até que Alina encontrasse alguém que a incentivasse a levá-lo adiante. Um dos receios, claro, era não encontrar pessoas que estivessem dispostas a uma exposição tão íntima. Mas o que aconteceu foi justamente o contrário: ao conversar com amigos e conhecidos, cada vez mais surgiram “modelos” interessados em aparecer no projeto.

As fotos eram feitas nas residências dos modelos e Alina chegava apenas com o equipamento e uma garrafa de vinho para deixar o clima mais relaxado. Depois, os fotografados partiam para a masturbação e, no momento do orgasmo, Alina acabava por capturar imagens incríveis:

Veja mais:

Moments: a série fotográfica de Alina Oswald que retrata a expressão facial de pessoas tendo um orgasmo  foto: reprodução

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Moments: a série fotográfica de Alina Oswald que retrata a expressão facial de pessoas tendo um orgasmo  foto: reprodução

Moments: a série fotográfica de Alina Oswald que retrata a expressão facial de pessoas tendo um orgasmo  foto: reprodução
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Moments: a série fotográfica de Alina Oswald que retrata a expressão facial de pessoas tendo um orgasmo  foto: reprodução

Fonte: Hypeness

É arte! Conheça a artista que utiliza frutas para simular a masturbação feminina

A gente sabe bem: a masturbação feminina ainda é tabu e, infelizmente, faz com que quase 60% das mulheres nunca tenham alcançado o clímax sozinhas. E o pior e mais alarmante dado: 10% sequer conseguiu gozar, em nenhuma circunstância.

Tentando mudar essa realidade, a artista Stephanie Sarley, de 28 anos, tem feito uma espécie de “carinho” nos mais variados tipos de frutas. Tudo isso para incentivar a mulherada a explorar o próprio corpo sem medo e sem vergonha. Exatamente como deve ser.

Desde junho de 2015, ela utiliza morango, damasco, laranja, limão, kiwi e mamão como se fossem vaginas sendo tocadas de formas bastante inspiradoras.

Como já era de se esperar, Stephanie foi alvo de muitas críticas e represálias. Seu perfil já foi banido do Instagram três vezes por conter “conteúdo sexualmente sugestivo” e mais de 10 postagens foram removidas de forma permanente. Uma pena, né? Mesmo assim, a artista não se abala. Em entrevista ao The Guardian, Sarley explicou um pouco sobre as intervenções inusitadas: “Meu trabalho é, basicamente, sobre personificar e empoderar vaginas através do humor e do absurdo, além de elevar a aceitação sobre a sexualidade feminina. É importante retratar que o orgasmo da mulher não é motivo de vergonha ou deva ser escondido”.


 
Nós adoramos e apoiamos!
Acompanhe o trabalho de Stephanie no Instagram: @stephanie_sarley

E não esqueça de seguir a gente também: @piaceresex

(Fonte: Hypeness, The Guardian, Viansata)

Corpo de Ideias: conheça as artistas que levam o Instagram ao limite

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Leah Schrager /Instagram – Reprodução
Fora dos museus e das galerias de arte, mas a um clique do seu telefone, uma turma de novas artistas vem se beneficiando da visibilidade que a internet traz para disseminar seus trabalhos com forte vocação feminista. Elas podem assumir alter-egos, exibir seu corpo para abordar a sexualidade feminina e criar artimanhas e metáforas para driblar a censura. “A internet me deixar ir além do espaço dedicado à arte”, diz Leah Schrager. “As pessoas não têm medo de se expressar online. Em uma galeria física, as reações para seu trabalho têm filtro. Na internet, não. Essas respostas influenciam meu processo criativo”, conta Amy Louis. Conheça a seguir cinco destaques dessa nova geração.
Amy Louis Enigmática, a australiana já foi definida pela revista i-D como a Margot Tenenbaum (personagem do cineasta norte-americano Wes Anderson), do Instagram. Amy não faz questão de contextualizar as postagens de sua conta, em que constrói um universo escapista, sempre com cores suaves e muitas selfies. “Encontro inspiração ao mudar a maneira que vejo o que me cerca e transformar objetos cotidianos em material para meu trabalho”, diz. Ela, que acabou de se formar em artes visuais, cria esculturas com elementos como preservativos e frutas. “Meu trabalho fala de sexualidade e corpos abstratos. Ele é lúdico e ao mesmo tempo repulsivo.”

https://www.instagram.com/p/BEwxDvuLUns/embed/captioned/?cr=1&v=7

Leah Schrager 

“Meu trabalho é bastante controverso”, resume à ELLE a artista de Nova York, formada em artes pela Parsons. “Uso meu corpo para construir uma imagem sexy. E muita gente considera que isso não é arte.” Leah é a fotógrafa e protagonista de imagens com forte apelo sexual, que ganham interferências estratégicas, com as quais dribla a censura do Instagram. “Adotei a proibição na minha prática de arte”, conta. “Estou interessada no que é permitido à mulher fazer em diferentes espaços, em como ela é censurada e em descobrir um lugar com liberdade para todas nós.” Leah criou em 2015 um alter-ego, Ona, uma cantora, modelo e artista, com a qual planeja conquistar 10 milhões de seguidores até 2020.

https://www.instagram.com/p/BNPdEXHjQrk/embed/captioned/?cr=1&v=7

Audrey Wollen

Para a artista de Los Angeles, a infelicidade feminina deve ser reconhecida como um ato de resistência. Autora da “teoria da garota triste”, Audrey explica que o protesto político é geralmente definido sob a perspectiva masculina – algo externo e violento, como uma ocupação nas ruas. Mas há uma histórico de mulheres que usaram sua angústia como ferramentas de resistência, de Sylvia Plath a Lana Del Rey, passando por Marilyn Monroe. No entanto, isso foi categorizado como um ato passivo e excluído da história do ativismo. Visualmente, Audrey reforça sua tese com uma série de selfies melancólicas em sua conta no Instagram.

https://www.instagram.com/p/5tBn5JszXX/embed/captioned/?cr=1&v=7

Stephanie Sarley

A sexualidade feminina é o cerne do trabalho da artista de Oakland, nos EUA. “Minha arte é bastante simbólica e feminista”, define à ELLE Stephanie, que foi notícia do The Guardian à Playboy com a série de vídeos em que usa frutas para simbolizar o prazer feminino. No fim de 2015, ela postou um vídeo no Instagram em que tocava no interior de uma laranja, que acabava por expelir seu suco. “O vídeo viralizou e causou controvérsia. Mas a série ainda está em andamento e sempre evoluindo.” Stephanie chegou a ter imagens de sua conta deletada pelo Instagram. Para driblar a censura, criou duas séries de ilustrações com toques surrealistas em que a vagina é sua protagonista.

https://www.instagram.com/p/BONvVWxgkGj/embed/?cr=1&v=7

Amalia Ulman

Tudo começou em 2014, quando a argentina radicada em Los Angeles – apontada pelo crítico Hans-Ulrich Obrist como um dos grandes talentos de sua geração – postou em sua conta no Instagram: “Part 1”. Dali em diante, acompanhamos ela se recuperar de uma cirurgia plástica nos seios, entre brunches e poses de lingerie em quartos de hotel. Quase cinco meses e 195 fotos depois, descobrimos que se tratava de uma encenação, encerrada com um “the end” postado para mais de 90 mil seguidores. A série foi exibida este ano em uma coletiva da Tate Modern, ao lado de obras de artistas como Cindy Sherman, a quem ela é comparada.

https://www.instagram.com/p/qNDFxGlV6N/embed/captioned/?cr=1&v=7

O erotismo sem tabus da ilustradora Frida Castelli

Aos olhos da ilustradora italiana Frida Castelli, há um potencial erótico em qualquer coisa – e é explorando esse erotismo latente que o mundo parece nos oferecer que ela cria seus desenhos ao mesmo tempo delicados e intensos. Ora sugerindo a experiência erótica, ora expondo a volúpia da cena explicita, Frida recheia sua conta no Instagram com ilustrações que se afirmam como frames poéticos de uma história maior.

O ponto de partida de suas criações é muitas vezes suas próprias fotos, da onde cria rascunhos em grafite para depois os colorir. Dos cenários cotidianos nasce a explosão erótica que Frida registra com sua pena, feito fossem seus desenhos páginas de um diário surpreendente – onde tudo pode ser fonte de um prazer singelo e, ao mesmo tempo, irracional – transformando tabus em totens, e o proibido em um convite para se seguir em frente.

Fonte: Hypeness | Imagens: Frida Castelli