Artista francês anônimo vira febre na internet ao compartilhar suas ilustrações eróticas

Há inúmeras maneiras de explorar as nossas mais íntimas fantasias sexuais. O artista francês anônimo e responsável pelo perfil Petites Luxures (Pequenas Luxúrias), nas redes sociais, busca fazer isso com ilustrações eróticas minimalistas.

Com traços bem simples, os desenhos são super sugestivos e normalmente estão acompanhados de frases, quase sempre em francês, mas com a legenda da foto traduzida para o inglês. Em entrevista ao magazine francês L’Obs, o misterioso artista contou de onde surge a inspiração para cada novo rabisco. Ele afirma não utilizar fotos de referência, “o desenho deve ir diretamente do meu cérebro para a folha”, não importando se isso significar que ocorrerão erros.

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No Petites Luxures, tudo é inspiração.
“Pode-se erotizar quase tudo na vida: um lugar, uma comida, uma cor, uma visita ao dentista, uma hora do dia, uma roupa…Pode-se ver o amor e o sexo em tudo!”

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Concordamos e adoramos!

Erotismo e prazer em ilustrações incríveis: conheça o trabalho de Frida Castelli

A arte e o erotismo sempre caminham lado a lado (como já mostramos aqui e aqui), mas apesar de tanta coisa rolando, é difícil de achar artistas que conseguem unir bom gosto e sexualidade em ilustrações de alto nível.

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E é por isso que hoje apresentamos o trabalho da ilustradora italiana Frida Castelli. É pelo Instagram que Castelli mostra a todos a sua forma de expressão – sem tabus, impactante, delicada e linda.

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Segundo Frida, sua arte proporciona ao público uma experiência erótica diferenciada que quase beira a poesia. Aliás, é assim que ela define seu trabalho: frames poéticos de um conto maior ainda.

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E olha só que curioso: seu processo criativo tem início, muitas vezes, com fotos pessoais e que se transformam em rascunhos de grafite. Posteriormente, recebem as cores que deixam tudo ainda incrível.

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Adoramos!

Fotos: Reprodução/Frida Castelli

As 10 ilustrações + sexy de Hilda, a esquecida pin-up plus size dos anos 1950

Quando as palavras “garota pin-up” são ditas, a primeira imagem que vem a nossa mente, em geral, é Marilyn Monroe. Ela foi um ícone e sua silhueta cheia de curvas definia muito bem o estilo pin-up. Mas, às vezes, as pessoas esquecem de outras pin-ups que realmente valem a pena lembrar: Hilda, por exemplo.
Criada pelo ilustrador Duane Bryers (1911-2012), Hilda foi uma modelo plus size ruiva que definitivamente não tinha vergonha de seu corpo voluptuoso. Ela não foi apenas a única pin-up plus size de sua época, mas também uma hilária garota atrapalhada que divertia ao olhar. Hilda estampou calendários americanos dos anos 1950 até os anos 1980.

Confira uma galeria de ilustrações de Hilda por Duane Bryers (clique nas imagens para ampliar):

Fonte: Bored Panda

Corpo de Ideias: conheça as artistas que levam o Instagram ao limite

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Leah Schrager /Instagram – Reprodução
Fora dos museus e das galerias de arte, mas a um clique do seu telefone, uma turma de novas artistas vem se beneficiando da visibilidade que a internet traz para disseminar seus trabalhos com forte vocação feminista. Elas podem assumir alter-egos, exibir seu corpo para abordar a sexualidade feminina e criar artimanhas e metáforas para driblar a censura. “A internet me deixar ir além do espaço dedicado à arte”, diz Leah Schrager. “As pessoas não têm medo de se expressar online. Em uma galeria física, as reações para seu trabalho têm filtro. Na internet, não. Essas respostas influenciam meu processo criativo”, conta Amy Louis. Conheça a seguir cinco destaques dessa nova geração.
Amy Louis Enigmática, a australiana já foi definida pela revista i-D como a Margot Tenenbaum (personagem do cineasta norte-americano Wes Anderson), do Instagram. Amy não faz questão de contextualizar as postagens de sua conta, em que constrói um universo escapista, sempre com cores suaves e muitas selfies. “Encontro inspiração ao mudar a maneira que vejo o que me cerca e transformar objetos cotidianos em material para meu trabalho”, diz. Ela, que acabou de se formar em artes visuais, cria esculturas com elementos como preservativos e frutas. “Meu trabalho fala de sexualidade e corpos abstratos. Ele é lúdico e ao mesmo tempo repulsivo.”

https://www.instagram.com/p/BEwxDvuLUns/embed/captioned/?cr=1&v=7

Leah Schrager 

“Meu trabalho é bastante controverso”, resume à ELLE a artista de Nova York, formada em artes pela Parsons. “Uso meu corpo para construir uma imagem sexy. E muita gente considera que isso não é arte.” Leah é a fotógrafa e protagonista de imagens com forte apelo sexual, que ganham interferências estratégicas, com as quais dribla a censura do Instagram. “Adotei a proibição na minha prática de arte”, conta. “Estou interessada no que é permitido à mulher fazer em diferentes espaços, em como ela é censurada e em descobrir um lugar com liberdade para todas nós.” Leah criou em 2015 um alter-ego, Ona, uma cantora, modelo e artista, com a qual planeja conquistar 10 milhões de seguidores até 2020.

https://www.instagram.com/p/BNPdEXHjQrk/embed/captioned/?cr=1&v=7

Audrey Wollen

Para a artista de Los Angeles, a infelicidade feminina deve ser reconhecida como um ato de resistência. Autora da “teoria da garota triste”, Audrey explica que o protesto político é geralmente definido sob a perspectiva masculina – algo externo e violento, como uma ocupação nas ruas. Mas há uma histórico de mulheres que usaram sua angústia como ferramentas de resistência, de Sylvia Plath a Lana Del Rey, passando por Marilyn Monroe. No entanto, isso foi categorizado como um ato passivo e excluído da história do ativismo. Visualmente, Audrey reforça sua tese com uma série de selfies melancólicas em sua conta no Instagram.

https://www.instagram.com/p/5tBn5JszXX/embed/captioned/?cr=1&v=7

Stephanie Sarley

A sexualidade feminina é o cerne do trabalho da artista de Oakland, nos EUA. “Minha arte é bastante simbólica e feminista”, define à ELLE Stephanie, que foi notícia do The Guardian à Playboy com a série de vídeos em que usa frutas para simbolizar o prazer feminino. No fim de 2015, ela postou um vídeo no Instagram em que tocava no interior de uma laranja, que acabava por expelir seu suco. “O vídeo viralizou e causou controvérsia. Mas a série ainda está em andamento e sempre evoluindo.” Stephanie chegou a ter imagens de sua conta deletada pelo Instagram. Para driblar a censura, criou duas séries de ilustrações com toques surrealistas em que a vagina é sua protagonista.

https://www.instagram.com/p/BONvVWxgkGj/embed/?cr=1&v=7

Amalia Ulman

Tudo começou em 2014, quando a argentina radicada em Los Angeles – apontada pelo crítico Hans-Ulrich Obrist como um dos grandes talentos de sua geração – postou em sua conta no Instagram: “Part 1”. Dali em diante, acompanhamos ela se recuperar de uma cirurgia plástica nos seios, entre brunches e poses de lingerie em quartos de hotel. Quase cinco meses e 195 fotos depois, descobrimos que se tratava de uma encenação, encerrada com um “the end” postado para mais de 90 mil seguidores. A série foi exibida este ano em uma coletiva da Tate Modern, ao lado de obras de artistas como Cindy Sherman, a quem ela é comparada.

https://www.instagram.com/p/qNDFxGlV6N/embed/captioned/?cr=1&v=7

O erotismo sem tabus da ilustradora Frida Castelli

Aos olhos da ilustradora italiana Frida Castelli, há um potencial erótico em qualquer coisa – e é explorando esse erotismo latente que o mundo parece nos oferecer que ela cria seus desenhos ao mesmo tempo delicados e intensos. Ora sugerindo a experiência erótica, ora expondo a volúpia da cena explicita, Frida recheia sua conta no Instagram com ilustrações que se afirmam como frames poéticos de uma história maior.

O ponto de partida de suas criações é muitas vezes suas próprias fotos, da onde cria rascunhos em grafite para depois os colorir. Dos cenários cotidianos nasce a explosão erótica que Frida registra com sua pena, feito fossem seus desenhos páginas de um diário surpreendente – onde tudo pode ser fonte de um prazer singelo e, ao mesmo tempo, irracional – transformando tabus em totens, e o proibido em um convite para se seguir em frente.

Fonte: Hypeness | Imagens: Frida Castelli