Como usar plug anal: um guia para homens e mulheres

Não existe nada mais fora de moda do que falar em tabu em 2019. O que importa é ser feliz, então vem com a gente, deixa o preconceito de lado, e aprenda como usar plug anal para sentir ainda mais prazer sozinho ou acompanhado.

 

Quem pode usar plug anal?

O acessório é ideal tanto para quem já tem experiência com sexo anal, quanto para quem quer começar. Pode ser utilizado como parte das preliminares, como preparação para a penetração, na masturbação, durante a relação em si ou até para ir no supermercado e fazer outras tarefas. Vai depender da sua criatividade. 

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Plug anal para elas: 

Por ser uma região cheia de terminações nervosas, a mulher pode sentir muito prazer com a estimulação. Se estiver utilizando durante a penetração vaginal, o brinquedo faz pressão sobre a parede posterior da vagina, fazendo com que a mulher tenha sensações diferentes. Ao atingir o orgasmo, as contrações musculares serão sentidas com muito mais intensidade e irão as terminações nervosas ao redor do ânus.

 

Plug anal para eles: 

Para os homens, esse prazer é potencializado pelo estímulo da próstata, que é exatamente onde os plugs chegam. No caso da parceira utilizar um plug pesado (de metal, por exemplo) durante a relação, o brinquedo vai dar um estímulo extra no pinto.

 

Quais as partes de um plug anal?

Apesar de virem em vários modelos e tamanhos, todos seguem basicamente o mesmo formato, como mostra a imagem abaixo.

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A base – serve para impedir que o brinquedo seja completamente sugado para dentro do ânus. Já pensou ir parar no hospital pra tirar o brinquedinho de lá? Aliás, é isso que acontece quando outros objetos são utilizados. Por isso é tão importante ter um acessório adequado!

 

O pescoço – Com o plug inserido, os músculos do ânus se contraem em volta do pescoço, o que ajuda que ele fique no lugar. Essa parte varia no diâmetro, mas em geral é uma parte mais fina que a base o corpo do plug. 

 

O corpo – É aqui que a mágica acontece. Essa parte é responsável pela estimulação e o prazer anal. A ponta cônica permite a fácil inserção, enquanto o bulbo tem a maior circunferência do plug.

 

Qual plug anal escolher?

Esse sempre será um momento particular e devemos entender que os corpos, desejos e níveis de tolerância são diferentes entre as pessoas. O bom é que com tantos modelos e tamanhos, não será difícil escolher o ideal para você!

Plugs pequenos – nunca fez ou nunca conseguiu sentir prazer com sexo anal (e quer tentar de novo)? Procure um modelo menor até se acostumar. Uma das vantagens é que esses modelos geralmente são mais baratos, então também cabem no bolso! Plugs anais pequenos também são ótimos para incrementar as preliminares. Experimente alternar o uso com dedos, língua e um delicioso sexo oral!

 

Plugs médios – está mais seguro ou segura de si? Para algumas pessoas aumentar o tamanho do plug pode significar também aumento do prazer. Na hora de fazer este upgrade, teste plugs com mais profundidade, diâmetro e texturas diferentes!

 

Plugs grandes – ideal para quem já tem muita experiência. Adeptos do fisting anal, por exemplo, podem utilizar os plugs como aquecimento para encarar a aventura.

 

Plug anal com cauda – ótimo para quem curte roleplay e para adeptos do BDSM. O plug acompanha uma cauda, que pode ser em forma de pompom, como a de um coelho, um rabinho de cachorro ou, a mais clássica, como a de uma raposa. 

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Plug anal joia – quer algo mais sofisticado e luxuoso? Procure os modelos de plug com joias encravadas na base. De rubis a ametistas, esses acessórios vêm em diferentes formatos, tamanhos, cores e imitações de pedras preciosas.

 

Há ainda outros modelos, como os plugs infláveis, com vibrador, dilatadores anais, massageadores de próstata e muitos outros. Se ficar curioso, pode conferir tudo em nosso site ou passar na nossa loja! Mas enfim, vamos ao que interessa…

 

Como usar plug anal

 

Existem alguns segredos para serem compartilhados com quem vai usar o plug anal pela primeira vez na vida. Podemos resumir em três tópicos principais:  lubrificação, delicadeza e respeito aos limites.

 

Em primeiro lugar, lubrifique o brinquedo e a região onde será introduzido. Isso facilitará muito o processo e minimiza as chances de você se machucar. Evite lubrificantes que reduzam a sensibilidade, já que estes não permitirão que você perceba se houver algo de errado.

 

Comece aos poucos e de forma delicada. É essencial você estar confortável com o processo, de forma a evitar que a atividade se torne traumática. Por isso, comece aos poucos, sem estabelecer o que você deve ou não deve fazer. 

 

Por último, é absolutamente necessário respeitar seus próprios limites. Em alguns dias, é possível que você simplesmente não consiga relaxar o suficiente para usar o brinquedo de forma confortável. Se isso acontecer, tudo bem – em outro momento, você pode tentar de novo. O importante é não forçar nada, pois a tendência é que isso se torne um problema a longo prazo.

 

Se estiver sozinho, tenha paciência e faça testes. Procure conhecer o seu corpo, entenda o que gosta e o que não gosta. Se tiver companhia, diálogo é a chave para aumentar o prazer.

Encontre plugs de todos os estilos na nossa loja online.

 

Entenda o que é orientação sexual e identidade de gênero e confira 7 perfis sobre o assunto para seguir no Instagram

Os debates sobre gênero, orientação sexual e identidade são cada vez mais comuns, mas muitas vezes a desinformação atrapalha o diálogo. Para ajudar, buscamos alguns conceitos bastante utilizados nesses temas. Compreender as diferenças e deixar os preconceitos de lado são os primeiros passos para construir uma sociedade com mais respeito e amor.

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Orientação sexual

A orientação sexual se refere a atração ou a ligação afetiva sentida em relação a outra pessoa. Ela possui subdivisões de acordo com os gêneros  envolvidos:

Homossexualidade: atração emocional, afetiva ou sexual por pessoa do mesmo gênero.

Heterossexualidade: atração emocional, afetiva ou sexual por pessoa de gênero diferente.

Bissexualidade: atração emocional, afetiva ou sexual por pessoas dos dois gêneros.

Assexualidade: ausência de atração sexual por pessoas de ambos os gêneros.

 

Identidade de gênero

Do ponto de vista biológico, gênero é o sexo que uma pessoa nasce: masculino ou feminino. Há também os hermafroditas, que são pessoas com os dois órgãos genitais.

Quem não se identifica com seu gênero de nascimento e passa por uma transição é um transgênero, que também podem ser:

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Transexuais

Utilizado para denominar pessoas que não se identificam com o gênero de nascimento e optam por realizar uma transição social, que pode ou não incluir tratamento hormonal ou até mesmo cirurgia, para alcançar o corpo com as característica da sua identidade. Nesses casos, sempre é aconselhada a busca de médicos especialistas que realizam esse tipo de tratamento. Também é indicado o acompanhamento psicológico durante todo o processo.

 

Travestis

Apesar de fazerem intervenções nas vestimentas e muitas vezes utilizarem hormônios, as travestis geralmente mantém o órgão sexual masculino. Elas preferem ser tratadas no feminino.

 

Outras identidades de gênero

 

Hoje em dia, são reconhecidas mais de trinta identidades de gênero. Para saber sobre todas essas variações, confira nesta lista de identidades de gênero. Quer saber mais? Confira a Cartilha da ONU sobre o assunto.

 

No Instagram também tem MUITO CONTEÚDO sobre identidade de gênero

Jovens, velhos, ilustradores, streammers de games, youtubers e celebridades. Transgêneros também estão no Insta, produzindo muito conteúdo bacana. Confira sete perfis para seguir, aprender e diversificar um pouco mais o feed:

 

 

  • @nimbusdesenios

 

https://www.instagram.com/p/B2Zfn22D7vC/

 

 

  • @coutinholaerte

 

https://www.instagram.com/p/B0LbGc9nt-b/

 

 

  • @eromaticax

 

https://www.instagram.com/eromaticax/?hl=pt-br

 

 

  • @mahmoudbaydoun_

 

https://www.instagram.com/mahmoudbaydoun_/?hl=pt-br

 

 

  •  @meuamorexiste

 

https://www.instagram.com/meuamorexiste/

 

 

  • @mandycandyreal

 

https://www.instagram.com/mandycandyreal/?hl=pt-br 

 

 

  • @phellyxofficial

 

https://www.instagram.com/phellyxofficial/?hl=pt-br

15 coisas que você precisa saber sobre peitos

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Conheça a história da bandeira LGBTQ+

Há exatos 41 anos, em 25 de junho de 1978, era apresentada ao público a bandeira LGBTQ+ durante desfile do orgulho gay nos Estados Unidos. O responsável por criá-la foi o artista Gilbert Baker. Ele era militar, mas após ser dispensado com honras do exército, foi morar em São Francisco, na Califórnia, onde começou a se envolver mais com o movimento LGBTQ+, que, no início dos anos 70, estava começando a ser mais discutido. Por lá, ele apendeu sozinho a costurar e criou o design dessa bandeira toda coloridona, com as cores do arco-íris.

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Sabendo dos seus talentos e envolvimento com a causa, o supervisor da cidade de São Francisco na época, Harvey Milk, pediu para que Baker criasse um ícone para a comunidade LGBTQ+, que até então não tinha uma simbologia oficial (vale lembrar que Milk foi o primeiro político assumidamente gay nos Estados Unidos a lutar pelos direitos do grupo). O artista, então, começou os trabalhos e se inspirou nos hippies, que enxergam o arco-íris como um símbolo da paz, e na canção Over the Rainbow, que diz que “além do arco-íris existe um lugar muito bom”, para criar o projeto, como conta a Revista Cult.

É por isso mesmo que a bandeira LGBTQ+ que todos conhecemos lembra o fenômeno natural, mas, na verdade, as cores são um pouquinho diferentes! No total, são 8 faixas e cada uma delas tem um significado especial – que a gente te conta logo abaixo:

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Durante um tempo, chegaram a incluir, ainda, o preto, que era em homenagem às vítimas do HIV. Assim, a bandeira trazia também uma mensagem forte sobre toda a comunidade. Contudo, aos pouquinhos, ela foi voltando a ter apenas as cores inciais.

Apesar de a história ser bastante bonita, no entanto, infelizmente não teve um final muito feliz. Após o desfile do orgulho gay em 1978, Harvey Milk foi assassinado. O legado dele, no entanto, foi muito importante para o movimento LGBTQ+, assim como a bandeira criada por Bark, que faleceu recentemente, no dia 31 de março de 2017.

BE PROUD, EVERYONE! ❤

 

Saiba como cuidar da sua vagina!

Você realmente sabe o que é a vagina? O que muita gente chama por esse nome, na verdade, é a vulva, a parte externa do órgão, que é composta pelo clitórios, lábios internos e externos e a abertura para a vagina, que é o canal interno. Além disso, o órgão completo também é composto pelas trompas, útero e ovários.

E como cuidar dela direitinho é o assunto do nosso post de hoje:

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Não pode

  • Lavar internamente a vagina: a lavagem interna pode alterar a microbiota vaginal natural, o que faz com que a chance para desenvolver uma infecção seja maior.
  • Fazer duchas vaginais: a ducha vaginal é outro tipo de limpeza realizada na parte interna do órgão reprodutor feminino e deve ser evitada pelo mesmo motivo citado acima.
  • Colocar alimentos ou produtos químicos que possam agredi-la: o uso de produtos químicos e até mesmo alimentos pode gerar irritações na vagina. Caso você queira apimentar a relação sexual, pode usar produtos específicos para a prática.
  • Usar absorvente diário todos os dias: o uso de protetores diários faz com que a temperatura e a umidade da região vaginal aumentem, o que torna o ambiente suscetível a proliferação de micro-organismos que causam doenças.
  • Fazer vaporização vaginal: a vaporização vaginal pode causar irritações e até mesmo queimaduras devido à temperatura, por isso, a técnica deve ser evitada.

Pode

  • Realizar exercícios pélvicos: conhecida como pompoarismo, a prática de exercícios pélvicos ajudam a manter a musculatura tonificada, o que melhora o desempenho sexual. Além disso, ele também ajuda a evitar uma futura incontinência urinária. Clique aqui para ver os produtos disponíveis para a prática em nossa loja!
  • Deixá-la respirar: para que sua vagina respire um pouco, é interessante usar roupas que não apertem a região e calcinhas de algodão. Além disso, deixar o local abafado por muito tempo pode gerar suor, o que pode causar irritação, assaduras e até mesmo infecções.
  • Usar lubrificantes: os lubrificantes podem ser ótimos aliados na hora de manter uma relação sexual, caso você não tenha uma lubrificação natural muito grande. Clique aqui para ver os lubrificantes disponíveis em nossa loja!
  • Ter relações sexuais durante a gravidez: não precisa ter medo de machucar seu bebê durante a relação sexual, pois um tampão de muco fecha o colo do útero e ajuda a manter as infecções longe. Além disso, o saco amniótico e o útero também o deixam protegido.
  • Usar lenço umedecido para limpezas de emergência: o lenço umedecido não deve ser usado com frequência, pois podem remover a camada de proteção da vulva, mas em situações emergências, você pode utilizar desse produto. Só não vale abusar e reutilzar um paninho que já foi usado para a limpeza, viu?

Evitar práticas ou produtos que possam fazer mal à sua vagina são fundamentais para a sua saúde, por isso, passe longe das opções citadas na lista de não pode, mas faça bom proveito das práticas citadas na lista do que pode e garanta o bem-estar da sua vagina.

 

(Via dicasdemulher.com.br)

Como homens e mulheres ficam excitados?

Imagine um homem caminhando pela rua, distraído, quando repara numa garota de calça branca bem justinha vindo na direção contrária. Ela passa, ele torce o pescoço. O cérebro interpreta esse estímulo visual como tesão e, em menos de cinco segundos, começa a bombear sangue para inflar o pênis. Pronto, ali está a ereção e a disposição para o sexo – ainda que o máximo que ele possa fazer com aquela protuberância seja disfarçar e seguir andando. Ele não precisou conversar, nem ser tocado fisicamente para ficar excitado.

Agora imagine essa mesma garota dobrando a esquina quando dá de cara com o tal homem. À primeira vista, ele faz o tipo dela: barba rala, camisa xadrez, braços torneados. Mas seu cérebro precisaria de muito mais para pensar “hum, que vontade de transar” e acionar o resto do corpo. Suponhamos que eles se conhecessem, ele a convidasse para um sorvete, tivesse um papo ótimo e lhe tascasse um beijo com aquela pegada. Então, depois de uns trinta segundos de estimulação tátil, ela perceberia a lubrificação de sua vagina (tão importante quanto a ereção no homem).

Esse exemplo funciona para explicar duas coisas fundamentais: 1. o órgão sexual mais importante está dentro da nossa cabeça, não entre as nossas pernas; 2. nosso organismo reage em fases que compõem o “ciclo de resposta sexual”. Quem investigou isso aí foi um médico chamado Williams Master e sua assistente Virginia Johnson, lá nos anos 1960. Os dois enchiam voluntários de fios e, acredite!, ficavam atrás de um vidro do laboratório assistindo-os se masturbando e fazendo sexo. Monitoraram mais de 14 mil orgasmos.
Ao longo das décadas, o estudo pioneiro foi sendo aprimorado por outros pesquisadores como Helen Kaplan. Sem blablabla científico, eis o que acontece com o nosso corpo em cada uma dessas quatro fases:

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“Será que eu gozei?” 10 dicas de como identificar se você chegou lá MESMO

Não tem regra nem receita. E nem toda mulher consegue reconhecer quando está chegando ao êxtase. Até porque, ter um orgasmo nem sempre envolve uma super reação “sobrenatural” ou exagerada – pode ser algo rápido ou até mesmo imperceptível. Mesmo assim, alguns sinais podem indicar que a melhor sensação do mundo acabou de acontecer – ou está muito perto de.

Confira:

1) Há uma contração involuntária dos músculos do assoalho pélvico, das pernas e até dos braços. Depois disso há um reflexo corporal, como se você levasse pequenos choques em algumas partes do corpo.

2) A respiração fica mais acelerada e ofegante e a mulher sente ondas de calor da ponta dos pés à cabeça.

3) Útero, vagina e ânus têm contrações simultâneas e muito, muito rápidas: geralmente são entre 3 e 15 contrações em intervalos de 0,5 segundos. O útero costuma inchar, chegando a dobrar de tamanho. Cerca de 15 minutos depois do gozo, ele retorna ao seu estado natural.

4) Há uma necessidade, ainda que inconsciente, de fechar as pernas, como uma fora de pressionar o clitóris, já que ele fica mais sensível.

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5) E por falar em clitóris, quando a excitação atinge o auge ele fica mais inchado e ganha uma coloração mais avermelhada. O mesmo acontece com a vagina, os grandes e pequenos lábios e as bochechas. O motivo é a maior irrigação sanguínea

6) A lubrificação é potencializada quando você está quase chegando lá. Isso é mais perceptível quando a mulher está prestes a gozar com a penetração vaginal: o pênis entra e sai com mais facilidade e fica mais úmido.

Vale lembrar que mesmo que você transe com a mesma pessoa, a resposta aos estímulos e os orgasmos nunca se repetem. Então, fica uma dica preciosa: nada de ficar relembrando mentalmente nessa listinha na hora H. Aproveite cada segundo e todo o prazer que a relação pode proporcionar!

Via Uol Notícias