Qual é o jeito certo de higienizar sua região íntima depois do sexo?

(foto: REPRODUÇÃO)

Sexo é bom, todo mundo gosta. Mas será que estamos cuidando direitinho das nossas partes íntimas? Afinal, manter  a higiene dos órgãos sexuais evita problemas e infeções e a reduz as chances de odores desagradáveis.  Nada como um sexo bem picante, mas com cheiro gostoso, né?

Confira algumas dicas:

* Neutralidade é tudo!
Para as mulheres com tendência a ter cistite (infecção urinária) é muito importante manter a higiene após o sexo. O melhor forma é lavar a vagina com um sabonete especial para a região íntima –  com PH neutro ou somente com água.

* Bora pro banho!
O primeiro round foi na cama e agora querem partir para algo mais… molhado? Corram para o banho.  Mulheres e homens com peles sensíveis podem e devem tomar uma ducha depois da transa.  Lavar o pênis após a relação sexual também ajuda a remover resíduos de sêmen e excesso de lubrificante do preservativo. E o melhor de tudo: dá para continuar com a sacanagem dentro do chuveiro…

* Calcinhas de algodão, sempre!
Um fator que influencia muito na higiene antes e depois do sexo é optar por peças íntimas frescas e limpas (principalmente de algodão e não tecidos sintéticos). Senão, as chances de criar um espaço fértil para as bactérias e deixar as partes íntimas vulneráveis à infecções são imensas.

* Faça xixi!
Bateu aquela vontade de ir ao banheiro? Não deixe para depois. Antes ou depois da transa, essa é a oportunidade perfeita de realizar uma higiene expressa, já que a urina ajuda a limpar as bactérias no trato urinário.

Tem mais alguma dica? Conta pra gente!

5 dicas (comprovadas pela ciência!) que melhoram o sexo

 

foto: Nymphainna

Fazer sexo além de super prazeroso, também faz um bem danado à saúde. Além de proteger o corpo de doença cardiovasculares, melhorar o humor e a qualidade de vida, uma boa transa é – comprovadamente – algo que a ciência apoia. Não é a toa que existe várias pesquisas sobre o assunto, né? Vem ver o que dizem algumas delas:

* No Stress
Pessoas estressadas não são nada atraentes, todo mundo sabe. Mas, além disso, o estresse influencia o ato sexual. O estresse aumenta os níveis do cortisol no corpo. Esse hormônio, por sua vez, deixa as pessoas com menos apetite sexual nas mulheres, de acordo com um estudo feito por cientistas da Universidade do Texas, em 2009. Nos homens, o cortisol diminui a circulação da testosterona, fazendo com que as chances de ereção sejam menores, segundo um estudo publicado em 2005, no periódico Journal of Sports Science & Medicine.

* Vinho tinto? Sim!
A relação do vinho tinto com o sexo não é novidade. Diversos estudos descobriram que, de todas as bebidas alcoólicas, o vinho é a única que aumenta e melhora a experiencia sexual. Uma pesquisa publicada no Nutrition Journal em 2012 mostrou que, em moderação, o vinho tinto aumenta a produção de testosterona, o bom e velho hormônio do apetite sexual. Outro estudo, publicado no Journal of Sexual Medicine em 2009, revelou que quantidades moderadas dessa bebida aumenta o fluxo sanguíneo nas zonas erógenas das mulheres, também aumentando a lubrificação.

* Bora chegar aos 80 anos?
Mas queremos informa-lo que fazer atividades físicas, alimentar-se bem e ter uma vida saudável pode fazer com que você tenha uma vida mais longa e, se tudo der certo, atinja a idade-auge da vida sexual: os 80 anos.

* Esqueça o cigarro e as bebidas em excesso!
Além de fazer com que você chegue aos tão esperados 80 anos, parar de fumar e de beber pode ajudá-lo a ter uma vida sexual mais satisfatória. De acordo com um estudo publicado no periódico BJU International em 2016, homens que fumam são menos férteis e têm menos ereções.

* Aumenta o som!
Não é novidade que a música estimula nossos sentidos. Quem nunca ficou arrepiado com alguma melodia que gostava muito? A ciência inclusive comprova que a música tem um papel importante na atração sexual. Publicado no periódico PLOS One no ano passado, o estudo mostrou que o som faz com que as pessoas fiquem mais atraentes aos olhos dos outros.

 

(Via VivaBem – UOL)

3 dicas para fazer um striptease como os da Dita Von Teese

Fazer um striptease é muito mais do que seduzir e vai bem além do simples gesto de tirar a roupa. Para quem deseja dominar essa arte, é preciso desenvoltura, carisma e boas doses de interpretação. Quem fala isso é Dita Von Teese, diva burlesca que há anos arrebata corações em suas performances. Especialista no assunto, Dita faz boa parte do seu show ainda vestida, seduz com o olhar e prova que não se sente incomodada de estar se expondo – ao contrário, sente-se completamente merecedora de ser o centro das atenções.

Sendo assim, que tal libertar o seu poder sexual e aventurar-se pela arte de despir-se com classe e muita, muita sexualidade? Confira 3 dicas fundamentais para que o seu show dê certo:

1) Escolha a lingerie perfeita!
Segundo Dita, a lingerie ideal do striptease deve conter, ao menos, sutiã, cinta-liga, meia-calça e calcinha. Na hora H, você deverá estar totalmente vestida – afinal, ninguém começa um show de strip pelada, certo? O objetivo é levar seu/sua parceiro(a) à loucura. Fica a dica: opte por uma uma lingerie que te deixe confiante. Nesses casos, uma renda preta combinada com cinta-liga e meias são as peças-chaves e combinam com os mais diferentes formatos de corpos.

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2) Os cabelos são protagonistas também!
Dita von Teese sugere fazer um striptease utilizando as madeixas! “Pratique um coque clássico ou Coque banana preso com apenas dois grampos. Eles devem ser fáceis de encontrar. Assim, é só soltar o cabelo no momento certo.” Dita também lembra da importância de perfumar os fios. A melhor maneira de fazer isso é passar um pouco do seu cheiro favorito em sua escova e pentear começando pela nuca.

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3) Iluminação é tudo!
Esqueça os ambientes ultra-iluminados. Apague tudo que der e use velas de vários tamanhos até conseguir a iluminação adequada. Outra dica é cobrir abajures e spots com lenços de tecido – certificando-se de que as lâmpadas não estão quentes!

E mais importante: combinar esse jogo de sedução com uma dose de bom humor deixa a situação mais leve e ajuda o casal a se soltar. Como? Abusando de sorrisos maliciosos e muita provocação.

Artista francês anônimo vira febre na internet ao compartilhar suas ilustrações eróticas

Há inúmeras maneiras de explorar as nossas mais íntimas fantasias sexuais. O artista francês anônimo e responsável pelo perfil Petites Luxures (Pequenas Luxúrias), nas redes sociais, busca fazer isso com ilustrações eróticas minimalistas.

Com traços bem simples, os desenhos são super sugestivos e normalmente estão acompanhados de frases, quase sempre em francês, mas com a legenda da foto traduzida para o inglês. Em entrevista ao magazine francês L’Obs, o misterioso artista contou de onde surge a inspiração para cada novo rabisco. Ele afirma não utilizar fotos de referência, “o desenho deve ir diretamente do meu cérebro para a folha”, não importando se isso significar que ocorrerão erros.

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No Petites Luxures, tudo é inspiração.
“Pode-se erotizar quase tudo na vida: um lugar, uma comida, uma cor, uma visita ao dentista, uma hora do dia, uma roupa…Pode-se ver o amor e o sexo em tudo!”

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Concordamos e adoramos!

Para começar a semana: assista a um super documentário sobre o clitóris

Sexo oral, ponto g, masturbação, penetração. Inúmeras são as formas possíveis de fazer uma mulher gozar. Entretanto, o clitóris, o órgão cuja única função é proporcionar prazer às mulheres ainda é um tabu e por séculos foi negado e culpabilizado, sobretudo pelas religiões. E por essas e outras que por muito tempo esse incrível ‘botãozinho do prazer’ ficou na marginalidade da medicina, por muitas vezes sendo até questionada sua existência. O primeiro anatomista a fazer referência a essa parte do corpo feminino foi Ronaldo Columbus, em 1559, quando o descreveu como a “cidade do amor”.

O filósofo francês René Descartes, 100 anos depois, achou que tivesse feito a descoberta. Para ele, sem o prazer clitoriano, as mulheres sequer estariam dispostas à maternidade. Mas depois disso, o clitóris caiu no esquecimento por muitos anos, até que em 1884, George Cobald publicou uma série de desenhos que não poderiam mais ser negligenciados pela ciência.

Nossa proposta para esse início de semana é o documentário Clitóris, prazer proibido. Com depoimentos de médicos, educadores sexuais e mulheres em geral, documentário contesta a concepção histórica e patriarcal de que sexo existe apenas para a reprodução. O filme também aborda questões delicadas, como a mutilação genital ainda exercida em muitos países até hoje e a “adequação” estética que muitas mulheres se submetem apenas para tentar se encaixar em um padrão de beleza – ou agradar aos homens.

Uma das entrevistadas no documentário é a médica Helen O´Connell, pesquisadora de Melbourne considerada uma das especialistas em clitóris. Ela explica o funcionamento do órgão e afirma que não há um “ponto G”. Para Helen, o clitóris é maior do que se pensa e está ligado a todo orgasmo feminino.

Prepara a pipoca e aproveite!

3 jeitos ultrasexies de colocar a camisinha

Aquele momento de parar tudo para colocar a tão necessária proteção não precisa ser inimiga e destruir o clima nem ser uma ação desesperada de 5 segundos – que pode dar muito errado!Confira algumas dicas:

Use a boca!
Ponha a camisinha entre seus lábios com a ponta para trás. Vá em direção ao pênis e posicione o preservativo na cabeça do membro. Use as mãos para terminar o serviço.

Aprenda com ele!
Em vez dele colocar sozinho, diga que gostaria que guiasse a sua mão em uma brincadeira sexy. Aí, você posiciona a camisinha na cabeça do pênis e pede para ele ir com você até o final.

Abraçando por trás!
Peça para o gato ficar de joelho. Agarre-o pelas costas, dê beijos no pescoço e pegue no pênis dele. Coloque o preservativo de uma nova posição.

via: Cosmopolitan

Ilustrações ensinam de forma lúdica o que é consentimento

“Consentimento é simples”, criada para a ONG Project Consent. Assim como a mensagem, a série de filmes desenvolvida pela agência canadense Juniper Park/TBWA usa uma linguagem de fácil entendimento para todo mundo assimilar de vez que não é não.

São peças para redes sociais e três vídeos que mostram a interação entre partes íntimas de forma lúdica, retratados através de uma parte do corpo feminino assediado e do masculino que assedia. Ou seja, um papo entre entre seio e mão, bunda e pênis, e vagina e pênis. Tudo corre em torno do momento em que os elementos masculinos tentam investidas não desejadas.

Quando um dos “personagens” se excede e toca o outro, um simples “não” serve para que ele pare. Com ou sem roupa, bêbada ou sóbria, sozinha ou acompanhada, a regra do consentimento continua sendo a mesma: se não é ‘sim’, é ‘não’.

Assista: