Conheça a história da bandeira LGBTQ+

Há exatos 41 anos, em 25 de junho de 1978, era apresentada ao público a bandeira LGBTQ+ durante desfile do orgulho gay nos Estados Unidos. O responsável por criá-la foi o artista Gilbert Baker. Ele era militar, mas após ser dispensado com honras do exército, foi morar em São Francisco, na Califórnia, onde começou a se envolver mais com o movimento LGBTQ+, que, no início dos anos 70, estava começando a ser mais discutido. Por lá, ele apendeu sozinho a costurar e criou o design dessa bandeira toda coloridona, com as cores do arco-íris.

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Sabendo dos seus talentos e envolvimento com a causa, o supervisor da cidade de São Francisco na época, Harvey Milk, pediu para que Baker criasse um ícone para a comunidade LGBTQ+, que até então não tinha uma simbologia oficial (vale lembrar que Milk foi o primeiro político assumidamente gay nos Estados Unidos a lutar pelos direitos do grupo). O artista, então, começou os trabalhos e se inspirou nos hippies, que enxergam o arco-íris como um símbolo da paz, e na canção Over the Rainbow, que diz que “além do arco-íris existe um lugar muito bom”, para criar o projeto, como conta a Revista Cult.

É por isso mesmo que a bandeira LGBTQ+ que todos conhecemos lembra o fenômeno natural, mas, na verdade, as cores são um pouquinho diferentes! No total, são 8 faixas e cada uma delas tem um significado especial – que a gente te conta logo abaixo:

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Durante um tempo, chegaram a incluir, ainda, o preto, que era em homenagem às vítimas do HIV. Assim, a bandeira trazia também uma mensagem forte sobre toda a comunidade. Contudo, aos pouquinhos, ela foi voltando a ter apenas as cores inciais.

Apesar de a história ser bastante bonita, no entanto, infelizmente não teve um final muito feliz. Após o desfile do orgulho gay em 1978, Harvey Milk foi assassinado. O legado dele, no entanto, foi muito importante para o movimento LGBTQ+, assim como a bandeira criada por Bark, que faleceu recentemente, no dia 31 de março de 2017.

BE PROUD, EVERYONE! ❤

 

Saiba como cuidar da sua vagina!

Você realmente sabe o que é a vagina? O que muita gente chama por esse nome, na verdade, é a vulva, a parte externa do órgão, que é composta pelo clitórios, lábios internos e externos e a abertura para a vagina, que é o canal interno. Além disso, o órgão completo também é composto pelas trompas, útero e ovários.

E como cuidar dela direitinho é o assunto do nosso post de hoje:

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Não pode

  • Lavar internamente a vagina: a lavagem interna pode alterar a microbiota vaginal natural, o que faz com que a chance para desenvolver uma infecção seja maior.
  • Fazer duchas vaginais: a ducha vaginal é outro tipo de limpeza realizada na parte interna do órgão reprodutor feminino e deve ser evitada pelo mesmo motivo citado acima.
  • Colocar alimentos ou produtos químicos que possam agredi-la: o uso de produtos químicos e até mesmo alimentos pode gerar irritações na vagina. Caso você queira apimentar a relação sexual, pode usar produtos específicos para a prática.
  • Usar absorvente diário todos os dias: o uso de protetores diários faz com que a temperatura e a umidade da região vaginal aumentem, o que torna o ambiente suscetível a proliferação de micro-organismos que causam doenças.
  • Fazer vaporização vaginal: a vaporização vaginal pode causar irritações e até mesmo queimaduras devido à temperatura, por isso, a técnica deve ser evitada.

Pode

  • Realizar exercícios pélvicos: conhecida como pompoarismo, a prática de exercícios pélvicos ajudam a manter a musculatura tonificada, o que melhora o desempenho sexual. Além disso, ele também ajuda a evitar uma futura incontinência urinária. Clique aqui para ver os produtos disponíveis para a prática em nossa loja!
  • Deixá-la respirar: para que sua vagina respire um pouco, é interessante usar roupas que não apertem a região e calcinhas de algodão. Além disso, deixar o local abafado por muito tempo pode gerar suor, o que pode causar irritação, assaduras e até mesmo infecções.
  • Usar lubrificantes: os lubrificantes podem ser ótimos aliados na hora de manter uma relação sexual, caso você não tenha uma lubrificação natural muito grande. Clique aqui para ver os lubrificantes disponíveis em nossa loja!
  • Ter relações sexuais durante a gravidez: não precisa ter medo de machucar seu bebê durante a relação sexual, pois um tampão de muco fecha o colo do útero e ajuda a manter as infecções longe. Além disso, o saco amniótico e o útero também o deixam protegido.
  • Usar lenço umedecido para limpezas de emergência: o lenço umedecido não deve ser usado com frequência, pois podem remover a camada de proteção da vulva, mas em situações emergências, você pode utilizar desse produto. Só não vale abusar e reutilzar um paninho que já foi usado para a limpeza, viu?

Evitar práticas ou produtos que possam fazer mal à sua vagina são fundamentais para a sua saúde, por isso, passe longe das opções citadas na lista de não pode, mas faça bom proveito das práticas citadas na lista do que pode e garanta o bem-estar da sua vagina.

 

(Via dicasdemulher.com.br)

Como homens e mulheres ficam excitados?

Imagine um homem caminhando pela rua, distraído, quando repara numa garota de calça branca bem justinha vindo na direção contrária. Ela passa, ele torce o pescoço. O cérebro interpreta esse estímulo visual como tesão e, em menos de cinco segundos, começa a bombear sangue para inflar o pênis. Pronto, ali está a ereção e a disposição para o sexo – ainda que o máximo que ele possa fazer com aquela protuberância seja disfarçar e seguir andando. Ele não precisou conversar, nem ser tocado fisicamente para ficar excitado.

Agora imagine essa mesma garota dobrando a esquina quando dá de cara com o tal homem. À primeira vista, ele faz o tipo dela: barba rala, camisa xadrez, braços torneados. Mas seu cérebro precisaria de muito mais para pensar “hum, que vontade de transar” e acionar o resto do corpo. Suponhamos que eles se conhecessem, ele a convidasse para um sorvete, tivesse um papo ótimo e lhe tascasse um beijo com aquela pegada. Então, depois de uns trinta segundos de estimulação tátil, ela perceberia a lubrificação de sua vagina (tão importante quanto a ereção no homem).

Esse exemplo funciona para explicar duas coisas fundamentais: 1. o órgão sexual mais importante está dentro da nossa cabeça, não entre as nossas pernas; 2. nosso organismo reage em fases que compõem o “ciclo de resposta sexual”. Quem investigou isso aí foi um médico chamado Williams Master e sua assistente Virginia Johnson, lá nos anos 1960. Os dois enchiam voluntários de fios e, acredite!, ficavam atrás de um vidro do laboratório assistindo-os se masturbando e fazendo sexo. Monitoraram mais de 14 mil orgasmos.
Ao longo das décadas, o estudo pioneiro foi sendo aprimorado por outros pesquisadores como Helen Kaplan. Sem blablabla científico, eis o que acontece com o nosso corpo em cada uma dessas quatro fases:

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“Será que eu gozei?” 10 dicas de como identificar se você chegou lá MESMO

Não tem regra nem receita. E nem toda mulher consegue reconhecer quando está chegando ao êxtase. Até porque, ter um orgasmo nem sempre envolve uma super reação “sobrenatural” ou exagerada – pode ser algo rápido ou até mesmo imperceptível. Mesmo assim, alguns sinais podem indicar que a melhor sensação do mundo acabou de acontecer – ou está muito perto de.

Confira:

1) Há uma contração involuntária dos músculos do assoalho pélvico, das pernas e até dos braços. Depois disso há um reflexo corporal, como se você levasse pequenos choques em algumas partes do corpo.

2) A respiração fica mais acelerada e ofegante e a mulher sente ondas de calor da ponta dos pés à cabeça.

3) Útero, vagina e ânus têm contrações simultâneas e muito, muito rápidas: geralmente são entre 3 e 15 contrações em intervalos de 0,5 segundos. O útero costuma inchar, chegando a dobrar de tamanho. Cerca de 15 minutos depois do gozo, ele retorna ao seu estado natural.

4) Há uma necessidade, ainda que inconsciente, de fechar as pernas, como uma fora de pressionar o clitóris, já que ele fica mais sensível.

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5) E por falar em clitóris, quando a excitação atinge o auge ele fica mais inchado e ganha uma coloração mais avermelhada. O mesmo acontece com a vagina, os grandes e pequenos lábios e as bochechas. O motivo é a maior irrigação sanguínea

6) A lubrificação é potencializada quando você está quase chegando lá. Isso é mais perceptível quando a mulher está prestes a gozar com a penetração vaginal: o pênis entra e sai com mais facilidade e fica mais úmido.

Vale lembrar que mesmo que você transe com a mesma pessoa, a resposta aos estímulos e os orgasmos nunca se repetem. Então, fica uma dica preciosa: nada de ficar relembrando mentalmente nessa listinha na hora H. Aproveite cada segundo e todo o prazer que a relação pode proporcionar!

Via Uol Notícias

Pra não dar ruim: cuidados para não sofrer lesões na hora H

Segundo especialistas, não só os movimentos do dia a dia e acidentes podem causar lesões musculares e dores na coluna, mas as posições sexuais também são responsáveis por quadros médicos que, certamente, ninguém está disposto a vivenciar.

Confira no infográfico:

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Diversidade: você sabe o significado dos termos ligados à orientação sexual?

Que tal aproveitar alguns minutinhos para entender um pouco mais sobre a sexualidade humana? Confira no infográfico:

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Imagens: Reprodução

É surpreendente! Conheça 4 coisas que acontecem no organismo durante o sexo

Ilustração: Raffaele Marinetti

Gozar é incrível e isso não podemos negar. Mas melhor ainda quando a atividade sexual traz outros benefícios para a nossa saúde física e mental. Aqui estão alguns deles:

Melhora nosso olfato
O doutor Samuel Weiss e outros pesquisadores de uma universidade canadense estudaram os impactos da relação sexual nos nossos sentidos. E a descoberta maravilhosa foi: ao atingirmos o orgasmo, o hormônio conhecido como prolactina aumenta no corpo, originando novas células do bulbo olfativo. Ou seja, quando gozamos, estamos estimulando de forma maravilhosa o nosso olfato – e melhorando a nossa forma de sentir os aromas por aí.

Minimiza dores musculares
Especialista em Neurociência, o professor doutor Barry Komisaruk diz que gozar pode ser responsáveis por inibir a dor. Segundo ele, pesquisas revelam que o orgasmo impede que ocorra a liberação de transmissores da medula espinhal, que correspondem a dor para os neurônios. Gente, olha isso: QUASE UMA MORFINA NATURAL.

Previne episódios de insônia
Sabe aquela molezinha maravilhosa que a gente sente depois de um sexo bem feito? Pois é. Pesquisadores afirmam que os hormônios liberados no auge do vamo-vê funcionam melhor que muitos remédios para dormir que são vendidos por aí.

… e até mesmo algumas doenças!
Ter uma vida sexual ativa pode prevenir muitas doenças. Nos homens, principalmente o câncer de próstata. Além dela, doenças cardíacas e derrames também podem ser evitadas com sexo. Antigamente, acreditava-se facilmente que as relações sexuais poderiam ser culpadas por infarto, mas isso provou-se ser apenas um mito. AINDA BEM, NÉ? Se é pra morrer, só se for de tanto gozar.

Mas não esquece: camisinha SEMPRE, pois as DSTs ainda estão por ai 😉